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Holding familiar: gestão profissional garante proteção e valorização patrimonial
A constituição de holdings familiares se consolidou como uma das principais ferramentas de proteção e planejamento sucessório no Brasil. Mais do que uma estrutura societária, trata-se de um arranjo que equilibra três dimensões críticas: eficiência fiscal, governança familiar e preservação de valor no longo prazo. O ponto de inflexão, no entanto, está na qualidade da administração. Holdings sem gestão profissionalizada se tornam meros veículos jurídicos, incapazes de responder às dinâmicas do mercado. Não se trata apenas de registrar imóveis em nome de uma pessoa jurídica. É preciso operar essa estrutura como uma gestora de ativos, com métricas de performance, compliance fiscal e protocolos de governança. A ausência desse olhar transforma o patrimônio em um ativo passivo, sujeito a vacância, subvalorização e, sobretudo, conflitos internos. “Sem gestão qualificada, a holding não entrega o que promete. É preciso profissionalizar as decisões, adotar governança e olhar o patrimônio como um negócio, que precisa ter performance e se valorizar”, observa Marco Dal Maso, Diretor da Mario Dal Maso. Em outras palavras: a holding não é um escudo automático, mas uma engrenagem que precisa ser calibrada e revisada constantemente. Na prática, os resultados são expressivos. Estudos de mercado apontam que a terceirização de serviços pode gerar reduções de 15% a 30% nos custos operacionais (B2Finance, Vorecol, PwC)¹. Além disso, pesquisas indicam ganhos médios de produtividade de até 15% quando a gestão é profissionalizada (Vorecol/USP)². No caso das holdings e estruturas patrimoniais administradas pela Mario Dal Maso, dados internos reforçam essa tendência: clientes que terceirizam a gestão reduzem em até 30% seus custos operacionais e aumentam a rentabilidade líquida em cerca de 18%. Além disso, alcançam taxas de ocupação superiores a 90%, com 95% de pontualidade nos pagamentos, fortalecendo o fluxo de caixa e a previsibilidade financeira. Outro indicador relevante é a redução de até 30% nos chamados emergenciais, resultado da manutenção preventiva e do acompanhamento próximo realizado por administradoras especializadas. Existe também o fator tributário. O enquadramento em regime de pessoa jurídica pode reduzir a carga incidente sobre aluguéis e ganhos de capital, especialmente quando comparado à tributação em pessoa física. Mas essa vantagem só se materializa quando acompanhada de um planejamento contábil e fiscal consistente , principalmente neste momento , que está em tramitação a reforma tributária , com mudanças relevantes para Holding Familiares . “A holding não pode ser vista como um fim em si mesma. O que faz diferença é a forma como ela é administrada no dia a dia. Quando existe racionalidade e visão de longo prazo, os imóveis deixam de ser só patrimônio parado e passam a funcionar como ativos que crescem e se valorizam, garantindo segurança para a família.”, finaliza Dal Maso. Quer saber mais sobre o tema ? Nossa equipe pode ajudar. Agende uma consultoria personalizada e receba orientação para proteger, organizar e rentabilizar o seu patrimônio da melhor forma, pois contamos com uma equipe de profissionais capacitados para garantir uma gestão patrimonial focada na maior rentabilidade e valorização do seu patrimônio – Explica Marco Dal Maso 🔗 mariodalmaso.com.br/contatos ¹ B2Finance https://b2finance.com/terceirizacao-de-processos/
² Vorecol/USP https://blogs-pt.vorecol.com/blog-terceirizacao-como-ferramenta-estrategica-para-reducao-de-custos-26477 |
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