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Segurança em condomínios: o papel dos moradores na prevenção de riscos Como atitudes do dia a dia influenciam a proteção e a rotina condominial A segurança em condomínios vai muito além de equipamentos e sistemas eletrônicos. Especialistas apontam que a proteção efetiva depende de um conjunto de fatores que envolvem estrutura, processos e, principalmente, o comportamento dos moradores. Esse conceito é conhecido como o tripé da segurança, formado por três pilares: estrutura física adequada, equipe treinada e conscientização dos usuários. A ausência de qualquer um desses elementos pode comprometer todo o sistema. “A tecnologia é importante, mas ela não substitui o comportamento seguro. Muitas ocorrências acontecem por falhas humanas no dia a dia”, afirma Karen Monteiro, gerente de qualidade da Mario Dal Maso. Situações aparentemente simples, como permitir a entrada de desconhecidos, segurar portões ou não seguir os procedimentos de identificação, estão entre as principais vulnerabilidades observadas em condomínios. O aumento do fluxo de pessoas, impulsionado por serviços de entrega e maior circulação de prestadores, reforça a necessidade de atenção redobrada. Protocolos de acesso precisam ser respeitados e aplicados de forma consistente. “A segurança é uma responsabilidade compartilhada. Quando o morador entende seu papel, o condomínio se torna muito mais protegido”, destaca Karen Monteiro. A construção de um ambiente seguro passa, portanto, pela conscientização coletiva. Mais do que regras, trata-se de criar uma cultura de cuidado e responsabilidade, essencial para garantir tranquilidade e proteção no dia a dia. |
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