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Planejamento sucessório de imóveis: como organizar a transferência de bens entre gerações Estratégias para proteger o patrimônio e evitar conflitos familiares A transferência de patrimônio entre gerações ainda é um dos momentos mais delicados para famílias que possuem bens imobiliários. Sem planejamento adequado, o processo pode gerar conflitos, custos elevados e dificuldades na continuidade da gestão dos ativos. Especialistas apontam que a antecipação é o principal fator para evitar problemas. O primeiro passo envolve o mapeamento completo do patrimônio, com a identificação de imóveis, investimentos e demais bens, criando uma base sólida para decisões futuras. “Organizar o patrimônio é essencial para entender o que será transferido e como isso pode ser feito de forma estruturada”, afirma Mauricio Huerta, gerente de locação da Mario Dal Maso. “Sem esse diagnóstico, a sucessão tende a ser mais complexa e sujeita a imprevistos”. Além do levantamento patrimonial, é fundamental estabelecer regras claras de gestão e divisão dos bens. A falta de alinhamento entre herdeiros é uma das principais causas de conflitos, especialmente quando não há diretrizes previamente definidas. Ferramentas jurídicas como testamentos, doações em vida e estruturas societárias vêm sendo cada vez mais utilizadas para organizar esse processo. Esses instrumentos permitem maior previsibilidade, além de possibilitar uma transição mais equilibrada e eficiente. “O planejamento sucessório não é apenas uma questão jurídica, mas também de organização e responsabilidade com o patrimônio construído ao longo do tempo”, destaca Mauricio Huerta. Em um cenário em que os imóveis continuam sendo vistos como ativos duradouros e estratégicos, a forma como esse patrimônio é transferido passa a ser tão importante quanto sua própria construção. |
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