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Portaria presencial ou remota: como escolher o modelo mais adequado para cada condomínio Definição exige avaliação técnica e alinhamento com a realidade do condomínio para garantir segurança e eficiência A escolha do modelo de portaria deixou de ser apenas uma decisão operacional e passou a ter impacto direto na segurança, nos custos e na dinâmica do condomínio. Entre a portaria presencial e a remota, não há uma solução padrão. O que existe é a necessidade de avaliar, com critério, o que faz sentido para cada realidade. “Não existe modelo ideal de forma genérica. Existe o modelo mais adequado para aquele condomínio específico, considerando estrutura, perfil dos moradores e rotina”, afirma Marcelo Dal Maso. “Quando essa análise não é bem-feita, o risco de insatisfação e falhas operacionais aumenta”. A portaria presencial ainda é valorizada pela presença física e pela interação direta. O porteiro atua não apenas no controle de acesso, mas também como apoio no dia a dia, o que traz uma percepção maior de segurança para muitos moradores. Por outro lado, esse modelo exige uma estrutura mais robusta. Custos com folha de pagamento, encargos trabalhistas, cobertura de férias e gestão de escalas fazem parte da operação e precisam ser considerados na conta. Já a portaria remota vem ganhando espaço, especialmente pela possibilidade de redução de custos e pelo uso de tecnologia no controle de acessos. Sistemas de monitoramento, identificação e liberação à distância permitem maior rastreabilidade e padronização dos processos. “A tecnologia traz ganhos importantes, mas exige disciplina no uso”, explica Marcelo Dal Maso. “Se os moradores não seguem os procedimentos ou se a infraestrutura não é adequada, o modelo perde eficiência e pode gerar vulnerabilidades”. A dependência de conectividade e de sistemas estáveis também é um ponto de atenção. Falhas técnicas, mesmo que pontuais, podem impactar diretamente a operação e a segurança do condomínio. Além dos aspectos técnicos e financeiros, a aceitação dos moradores é determinante para o sucesso da escolha. Mudanças no modelo de portaria afetam a rotina e exigem adaptação, o que precisa ser conduzido com comunicação clara e planejamento. “Antes de decidir, é fundamental avaliar o conjunto da operação”, ressalta Marcelo Dal Maso. “Segurança, viabilidade financeira, cultura do condomínio e comportamento dos moradores precisam estar na mesma equação”. Ao final, a decisão mais acertada é aquela que considera não apenas o custo imediato, mas a sustentabilidade da operação no longo prazo. Um modelo bem escolhido tende a trazer mais eficiência, previsibilidade e segurança para o condomínio como um todo. |
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Mario Dal Maso NEWS é uma publicação da Mario Dal Maso • Rua dos Chanés, 95 - Moema • São Paulo/SP
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