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O papel do síndico na prevenção de riscos legais e na construção de uma gestão mais segura

Função exige rigor na condução da gestão, atenção às normas e transparência nas decisões

A gestão condominial envolve uma rotina operacional intensa, mas é no campo das decisões que se concentram os maiores riscos. O síndico, como representante legal do condomínio, responde por atos que impactam diretamente a coletividade e, em determinadas situações, pode ser responsabilizado por falhas na condução da administração.

“O síndico não atua apenas como gestor do dia a dia. Ele assume uma posição de responsabilidade jurídica que exige critério e organização em cada decisão”, afirma Karen Monteiro, gerente de qualidade da Mario Dal Maso. “A prevenção começa justamente na forma como essas decisões são tomadas”.

Na prática, boa parte dos passivos está associada a falhas recorrentes, como o descumprimento da convenção condominial, irregularidades em assembleias, contratações sem respaldo adequado e ausência de controle na prestação de contas. Situações que, muitas vezes, surgem não por má gestão intencional, mas por falta de estrutura e orientação técnica.

A formalização dos processos é um dos principais pontos de atenção. Atas incompletas, decisões não registradas e comunicação pouco transparente fragilizam a gestão e dificultam a defesa do condomínio em eventuais questionamentos.

“Quando a gestão é bem documentada, o risco diminui significativamente”, explica Karen. “O registro adequado das decisões não é burocracia, é proteção para o condomínio e para o próprio síndico”.

Outro aspecto que ganha relevância é a adoção de práticas de governança. Planejamento, previsibilidade financeira e definição clara de responsabilidades ajudam a reduzir improvisos e tornam a administração mais consistente.

Nesse cenário, o suporte técnico deixa de ser acessório e passa a ser parte da estrutura da gestão. O apoio jurídico, contábil e operacional contribui para decisões mais seguras e alinhadas às exigências legais.

“O síndico não precisa centralizar tudo, e nem deve. Contar com orientação especializada permite uma atuação mais segura, com menos exposição a riscos e mais transparência na condução do condomínio”, ressalta Karen Monteiro.

Diante do aumento da complexidade das demandas e do nível de exigência dos condôminos, a prevenção de riscos legais se consolida como um dos pilares da boa gestão. Mais do que evitar problemas, trata-se de estruturar uma administração responsável, previsível e alinhada às melhores práticas do setor.

 

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