|
|
|
Segurança em condomínios: proteção e responsabilidade compartilhada A segurança é um dos principais motivos que levam os brasileiros a escolherem morar em condomínios. Segundo uma pesquisa do Instituto Real Time Big Data, divulgada pelo Fala Brasil, 69% dos entrevistados apontam a segurança como a maior vantagem desse tipo de moradia, superando conforto (5%) e convivência entre vizinhos (2%). “Nos condomínios, a segurança não é apenas um investimento técnico, mas também uma cultura que envolve todos os moradores e colaboradores. Quando há comprometimento coletivo, os resultados são mais efetivos”, afirma Marcelo Dal Maso, Gerente de Compras e Suprimentos da Mario Dal Maso. A proteção de um condomínio pode ser reforçada por sistemas modernos e equipamentos avançados, ajustados às características de cada empreendimento. As opções incluem:
Cada uma dessas tecnologias é projetada para atender a necessidades específicas, desde condomínios pequenos até grandes complexos localizados em áreas de maior vulnerabilidade. “Escolher o sistema de segurança ideal depende da análise de especialistas, que levam em conta fatores como localização, estrutura e orçamento. Mais importante do que o investimento é garantir que as soluções sejam adequadas à realidade do condomínio”, explica Marcelo. Além da tecnologia, a segurança condominial depende de um esforço conjunto. O síndico desempenha um papel central ao contratar empresas especializadas, acompanhar o desempenho dos colaboradores e conscientizar moradores sobre normas de segurança. Por sua vez, os moradores podem colaborar adotando atitudes simples, como se identificar ao entrar no condomínio, anunciar visitantes com antecedência e evitar autorizar o acesso de estranhos. “Quando moradores e administração trabalham em sintonia, criam-se barreiras naturais contra riscos e incidentes. Esse alinhamento é essencial para transformar o condomínio em um espaço realmente seguro”, destaca o gerente. Entre as inovações disponíveis, o sistema Rua Inteligente é uma solução eficiente e prática. Com câmeras distribuídas estrategicamente nas entradas, saídas e perímetros, o sistema registra imagens em alta definição, que ficam disponíveis para os moradores por meio de um aplicativo. O diferencial está nas funções como “chegada e saída assistida”, em que o morador pode solicitar apoio da central de monitoramento ao entrar ou sair do condomínio. Além disso, o botão de pânico permite acionar rapidamente a equipe de segurança em situações emergenciais. “O Rua Inteligente vai além de registrar imagens: ele oferece suporte ativo e aumenta a sensação de segurança, principalmente em momentos mais vulneráveis, como deslocamentos”, afirma o especialista. Em grandes cidades como São Paulo, a tecnologia tem sido uma aliada fundamental no combate à criminalidade. Recentemente, a Prefeitura inaugurou o centro de comando do projeto Smart Sampa, que utiliza inteligência artificial e dados de câmeras públicas e privadas para melhorar a gestão da segurança. Atualmente, 14 mil câmeras monitoram as ruas da cidade, com previsão de chegar a 20 mil até o final do ano. Esse modelo, que permite a integração de imagens captadas por condomínios e empresas, é uma tendência que fortalece tanto a segurança individual quanto a coletiva. Para os condomínios, essa colaboração pode ser um diferencial, reduzindo vulnerabilidades e criando um ambiente mais protegido. “O compartilhamento de dados entre condomínios e o poder público representa um avanço significativo. Essa integração amplia o alcance da vigilância, tornando as comunidades mais seguras de forma eficaz e coordenada”, explica Marcelo. |
|
|
Mario Dal Maso NEWS é uma publicação da Mario Dal Maso • Rua dos Chanés, 95 - Moema • São Paulo/SP
|